Análise Pedagógica do Handebol de Areia (Beach Handball)

Introdução:

Você conhece o handebol de areia? Você sabia que o Brasil é uma das principais seleções (masculinas e femininas) nessa modalidade? Pois é, além de muitos títulos mundiais, na última edição da competição mundial, a equipe feminina saiu com um 3º lugar e a maculina com a Prata, mostrando assim que a cada ano a equipe tem conseguido se manter na elite mundial da modalidade.

O Handebol de areia é uma modalidade que, apesar de carregar o nome “handebol” possui diferenças significativas se comparada ao “handebol de quadra”.

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Também jogamos handebol!

Por Riller Reverdito

Universidade Adventista de São Paulo Campus Hortolândia/IASP

Faculdade Adventista de Educação Física

Há quem diz que no Brasil só se joga futebol. Como diria o professor Nicolau: ‘ledo engano’! Também jogamos handebol.

E pra sustentar essa afirmação, peço licença ao amigo leitor para fazer um relato e do relato uma homenagem e da homenagem uma  reflexão pedagógica.

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Explorando Pedagogicamente as Regras do Handebol – As faltas e as Punições

Continuando as ponderações pedagógicas sobre as regras do jogo, estarei apresentando agora as regras que falam de Faltas e Condutas Anti-desportivas, além das punições disciplinares. Trata-se de um artigo mais extenso que os anteriores. Ao fim, farei as considerações pedagógicas a cerca dessas regras.

Quaisquer dúvidas podem ser sugestionadas ao fim do texto, na área para comentários.

Novamente saliento que todas as regras podem ser conferidas no site da CBHb, clicando aqui.

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Explorando Pedagogicamente as Regras do Handebol – O Manejo e o Deslocamento com a Bola

Uma das dúvidas mais freqüentes nos processos de ensino-aprendizagem do handebol está nas possibilidades de manejar a bola e deslocar-se com ela. Essa dúvida geralmente centra-se nas seguintes questões: “Quantos passos posso dar com a bola?”; “Quantas vezes posso ‘quicar a bola’ (driblar)”; “O que é ritmo trifásico”; “O que é duplo ritmo trifásico?”. A fim de solucionar parte dessas dúvidas, segue abaixo a descrição exata da regra oficial, que com certeza deixará algumas dúvidas, que podem ser esclarecidas com perguntas ao final da leitura na seção “comentários” logo abaixo do artigo.

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Explorando Pedagogicamente as Regras do Handebol – A Equipe, o Goleiro e a Área do Goleiro

Continuando o estudo que visa explorar pedagogicamente as regras oficiais do handebol, comentarei agora sobre as regras que incidem nos goleiros e na formação de uma equipe. (Fonte: http://www.ligahand.com.br/confe/regrasl.php)

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Festivais de Handebol V – Festival de Mini-handebol

Finalizando a série de artigos que tratam do tema “Festivais de Handebol”, trago agora uma reflexão sobre a idéia de um festival de mini-handebol.

1. O Papel do Mini-handebol na Iniciação:

A discussão que contextualiza o mini-handebol na iniciação já foi primeiramente realizada no artigo publicado em 31 de Janeiro de 2008, intitulado Mini-jogo não é “só” brincadeira e nem “apenas” coisa de criança.

Resumidamente, o Mini-handebol deve ser, num processo de iniciação à modalidade apenas mais um jogo da família de Jogos de Bolas com as Mãos a fazer parte do processo pedagógico, evitando fazer do mini-handebol um fim do processo de ensino-aprendizagem, mas sim mais um meio que possibilite a aprendizagem da modalidade.

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Festivais de Handebol III – Festival de Jogos Adaptados

Dando continuidade à discussão sobre a organização de festivais de handebol, dentro de uma perspectiva em que esses ambientes possibilitem a participação maciça dos alunos e também possibilitem um ambiente paradidático em relação ao desenvolvimento da inteligência de jogo dos alunos, este artigo focará agora sua atenção para a suposta terceira etapa de um processo de festivais. Esta etapa compreenderá o tema “Jogos Adaptados”.

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Festivais de Handebol II – Festival de Jogos Coletivos Populares

Dando continuidade à discussão sobre a organização de festivais de handebol, dentro de uma perspectiva em que esses ambientes possibilitem a participação maciça dos alunos e também possibilitar um ambiente paradidático em relação ao desenvolvimento da inteligência de jogo dos alunos, este artigo focará agora sua atenção para a suposta primeira etapa de um processo de festivais que compreenderá o tema “Jogos Coletivos Populares”.

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Festivais de Handebol I – Proposta de Organização de Festivais

Inauguro com esse artigo uma série de discussões que estarei fazendo acerca do tema : “FESTIVAIS DE HANDEBOL”, focando os casos de eventos organizados para crianças com menos de 12 anos de idade (categorias menores que a mirim).

É praticamente consenso entre os professores da escolinhas dessas categorias que a competição formal deve ser colocada num segundo plano, devendo-se enfatizar a participação de todos como a principal preocupação desses festivais.

No entanto, muitas vezes há uma certa falta de informação sobre o significado desse “participar” proposto nesses festivais, criando um encontro de equipes que entram em quadra e disputam um torneio com tempo reduzido, em sistema mata-mata (ou mesmo em outros formatos de organização) enfatizando a forma jogada formal do jogo.

Ou seja, torna-se um campeonato de handebol com estrutura formal, com goleiros já definidos como goleiros, e até com algumas equipes já ensaiando algo semelhante a um engajamento, mas que fica apenas na semelhança organizacional, na maioria das vezes, uma vez que não há uma tática coletiva organizada.

E para que a participação de todos seja caracterizada, ao fim do longo dia de competições, cada um dos participantes ganha uma medalha, como se essas crianças não fossem capazes de compreender quem foi o verdadeiro campeão da competição, uma vez que mesmo que não haja tabelas fixadas, geralmente as proprias crianças acabam fazendo a contagem dos pontos, vitórias e derrotas.

Verifica-se, portanto, problemas entre discurso e prática, tais como: Continuar lendo “Festivais de Handebol I – Proposta de Organização de Festivais”