Mais Lições com o Rugby Brasileiro!

Acompenhei hoje (19/11/2011), a final do Super 10, competição com as 10 melhores equipes brasileiras de rugby.

Não se tratou apenas de uma transmissão ao vivo da modalidade. Na realidade, a proposta foi fazer a melhor cobertura possível de um esporte não trivial dentro da cultura nacional, de forma que o público, ao assistir à partida aprendesse mais sobre a modalidade, conhecesse detalhes de suas regras (que não são simples, alías, muito mais interpretativas que as regras do handebol, pelo que percebi), entendesse a relação entre atletas e arbitragem. Em fim, a proposta foi cativa o público para a modalidade, e acredito que isso foi atingido. Continuar lendo “Mais Lições com o Rugby Brasileiro!”

Copa Petrobrás de Handebol Escolar

Caros amigos, Faço questão de divulgar para todos os professores de escolas que acessam o site Pedagogia do Handebol a iniciativa da Petrobrás junto à CBHb de organizar um torneio de handebol escolar de escala nacional. É a Copa Petrobrás de Handebol. Para maiores informações acesse: http://www.copapetrobrashandebol.com.br/ Abraços a todos, Continuar lendo Copa Petrobrás de Handebol Escolar

Tudo a Ver com Handebol

Por Riller Reverdito

Universidade Adventista de São Paulo Campus Hortolândia/IASP

Faculdade Adventista de Educação Física

O brasileiro é reconhecido no mundo inteiro por diversas coisas, dentre as quais, pela sua ginga, pelo seu jeito moleque risonho e ‘menino maluquinho’ de ser criativo, como na obra do mineiro Ziraldo. Pela ginga poética de Carlos Drumond de Andrade. Na ginga crítica e irônica de Ariano Suassuna. Nas curvas livres de Oscar Niemeyer, em que, até mesmo o vento se esquiva. No andar da garota de Ipanema de Antonio Jobim e Vinícius de Moraes, cheio de balanço. Na Capoeira Angola, de ginga maliciosa do mestre Pastinha.

Mas, afinal, o que tem a ver o ensino do handebol com Ziraldo, Drumond de Andrade, Suassuna, Niemeayer, Antonio Jobim, Vinícius de Moraes e a capoeira maliciosa do Mestre Pastinha? Tudo! O jeito brasileiro de gingar. E não vejo o ensino do handebol diferente do jeito brasileiro de ser.

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Em Defesa de uma Abordagem Metodológica Multidimensional para o Ensino do Handebol*

Por Riller Reverdito

Universidade Adventista de São Paulo Campus Hortolândia/IASP

Faculdade Adventista de Educação Física

Ensinar não é simples, como muito bem nos apresenta Paulo Freire em sua obra “Pedagogia da Autonomia”. E não sendo simples, digo, desde já, que vou me propor a um grande desafio. Então me perdoe a aqueles que buscam respostas prontas, pois, talvez, irão encontrar mais motivos para continuarem estudando.

Nos textos anteriores me dediquei a apresentar os problemas que cercavam o handebol, especificamente dentro das escolas desde ao que defendo enquanto uma pedagogia para o handebol.

Agora, falando de uma pedagogia para o handebol devo, sobretudo, estar falando da prática educativa concreta que se realiza. Sendo assim, nesse texto vou me dedicar a um dos elementos que compõem a prática educativa: como ensinar?

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E o Handebol na Escola?

Quando falamos em pedagogia do handebol pensamos em um contexto de aprendizado que ocorre em diversos locais como escola, escolinha de esportes, clubes, equipes de base. Porém, destes lugares o que mais atrai alunos que não conhecem a modalidade e que podem vir a ser ou não praticantes devido a experiência com este esporte é a escola.

Ela (a escola) hoje é um dos principais locais onde as crianças praticam esportes, seja no horário regular das aulas ou em equipes para torneios escolares. Neste aspecto um detalhe passa despercebido: Como o handebol está sendo ensinado dentro da educação física escolar?

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O Handebol Precisa Pular os Muros da Escola

Colaboração de Prof. Dr. Riller Silva Reverdito

Docente da Faculdade de Ciências da Saúde, curso de Educação Física, da Universidade do Estado de Mato Grosso (FACIS/UNEMAT).

Não é de hoje que escuto que o handebol é uma das modalidades mais práticas nas escolas. Confesso que por muito tempo estive convencido disso. E ainda hoje estou convencido que o handebol é uma das modalidades mais práticas nas escolas do Brasil.

Contudo, talvez de tanto me disserem isso, deixei de estar convencido para tentar desvendar um enigma: por que não encontro crianças jogando handebol nas ruas, praças, parques ou nos campinhos de terra batida construídos nos terrenos baldios dos grandes centros urbanos, sendo o handebol uma das modalidades mais práticas na escola?

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HANDEBOL NA VEIA – Esporte e comunidade

Por Jorge Dofman Knijnik

Professor da School of Education, University of Western Sydney (NSW, Australia)

Você que está visitando este sítio, possivelmente já jogou handebol. Provavelmente, você conheceu um mínimo da modalidade enquanto estava na escola, e jogou handebol em aulas de Educação Física no ensino fundamental e médio. Talvez você tenha se engajado em equipes representativas da sua escola, e disputado competições intercolegiais – são dezenas, talvez centenas de competições, entre escolas do ensino oficial ou particular, algumas com nomes de patrocinadores, outras financiadas pela própria estrutura governamental – porém, todas com uma característica comum: centenas de equipes participam na modalidade, de diversas idades, de ambos os sexos.

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Também jogamos handebol!

Por Riller Reverdito

Universidade Adventista de São Paulo Campus Hortolândia/IASP

Faculdade Adventista de Educação Física

Há quem diz que no Brasil só se joga futebol. Como diria o professor Nicolau: ‘ledo engano’! Também jogamos handebol.

E pra sustentar essa afirmação, peço licença ao amigo leitor para fazer um relato e do relato uma homenagem e da homenagem uma  reflexão pedagógica.

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Explorando Pedagogicamente as Regras do Handebol – O Manejo e o Deslocamento com a Bola

Uma das dúvidas mais freqüentes nos processos de ensino-aprendizagem do handebol está nas possibilidades de manejar a bola e deslocar-se com ela. Essa dúvida geralmente centra-se nas seguintes questões: “Quantos passos posso dar com a bola?”; “Quantas vezes posso ‘quicar a bola’ (driblar)”; “O que é ritmo trifásico”; “O que é duplo ritmo trifásico?”. A fim de solucionar parte dessas dúvidas, segue abaixo a descrição exata da regra oficial, que com certeza deixará algumas dúvidas, que podem ser esclarecidas com perguntas ao final da leitura na seção “comentários” logo abaixo do artigo.

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Explorando Pedagogicamente as Regras do Handebol – Um Estudo sobre a Quadra de Jogo

Quais são as regras do handebol? Essa é a pergunta mais freqüente de muitos professores iniciantes na modalidade e às vezes, até mesmo, de professores experientes.

No entanto, buscar a simples explicação do que são as regras podem nos montar algumas armadilhas pedagógicas, pois podemos ficar presos às suas limitações impostas, e assim cairmos numa metodologia de ensino baseada nas regras e não no jogo, o que nos remete para o ensino única e exclusivamente do jogo de regras formais, mesmo num processo de iniciação.

Ora, mas não se faz necessário basearmos nas regras do jogo para podermos ensiná-lo? Claro que sim, porém, isso não pode limitar nossa ação pedagógica.

Então, trago um novo questionamento, que espero que venha a ser, a partir de agora, o questionamento a ser feito pelos professores de handebol: como explorar as regras da modalidade dentro de minhas aulas?

Inicio, com este artigo uma série de textos para discutir as regras e suas possibilidades para uma perspectiva pedagógica, iniciando a discussão sobre a quadra de handebol.

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