OS FESTIVAIS DE MINI-HANDEBOL

Contribuição do professor Diego Melo de Abreu

INTRODUÇÃO

O mini-handebol é uma atividade que visa promover o desenvolvimento global das crianças, a construção do conhecimento e a formação do cidadão, através de atividades lúdicas desportivas, com ou sem bola.

A filosofia implícita nestas atividades, assim como sua aplicação e objetivos, não fica limitada somente à iniciação do desenvolvimento de técnicas relacionadas ao handebol, de modo que o professor deve proporcionar aos educandos novas experiências a todo instante.

As aulas são fundamentais para que as crianças tenham a oportunidade de vivenciar momentos prazerosos e ser influenciadas positivamente em sua formação geral, porém, a organização de atividades maiores fora do cotidiano tendem a otimizar a aplicação e os resultados dos pontos de desenvolvimento da filosofia do mini-handebol.

Um festival é um ótimo exemplo deste tipo de atividade, pois sua concepção pode ser geradora de situações extremamente ricas aos educandos devido ao contexto do evento. Continuar lendo “OS FESTIVAIS DE MINI-HANDEBOL”

Festivais de Handebol V – Festival de Mini-handebol

Finalizando a série de artigos que tratam do tema “Festivais de Handebol”, trago agora uma reflexão sobre a idéia de um festival de mini-handebol.

1. O Papel do Mini-handebol na Iniciação:

A discussão que contextualiza o mini-handebol na iniciação já foi primeiramente realizada no artigo publicado em 31 de Janeiro de 2008, intitulado Mini-jogo não é “só” brincadeira e nem “apenas” coisa de criança.

Resumidamente, o Mini-handebol deve ser, num processo de iniciação à modalidade apenas mais um jogo da família de Jogos de Bolas com as Mãos a fazer parte do processo pedagógico, evitando fazer do mini-handebol um fim do processo de ensino-aprendizagem, mas sim mais um meio que possibilite a aprendizagem da modalidade.

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Festivais de Handebol III – Festival de Jogos Adaptados

Dando continuidade à discussão sobre a organização de festivais de handebol, dentro de uma perspectiva em que esses ambientes possibilitem a participação maciça dos alunos e também possibilitem um ambiente paradidático em relação ao desenvolvimento da inteligência de jogo dos alunos, este artigo focará agora sua atenção para a suposta terceira etapa de um processo de festivais. Esta etapa compreenderá o tema “Jogos Adaptados”.

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Festivais de Handebol II – Festival de Jogos Coletivos Populares

Dando continuidade à discussão sobre a organização de festivais de handebol, dentro de uma perspectiva em que esses ambientes possibilitem a participação maciça dos alunos e também possibilitar um ambiente paradidático em relação ao desenvolvimento da inteligência de jogo dos alunos, este artigo focará agora sua atenção para a suposta primeira etapa de um processo de festivais que compreenderá o tema “Jogos Coletivos Populares”.

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Festivais de Handebol I – Proposta de Organização de Festivais

Inauguro com esse artigo uma série de discussões que estarei fazendo acerca do tema : “FESTIVAIS DE HANDEBOL”, focando os casos de eventos organizados para crianças com menos de 12 anos de idade (categorias menores que a mirim).

É praticamente consenso entre os professores da escolinhas dessas categorias que a competição formal deve ser colocada num segundo plano, devendo-se enfatizar a participação de todos como a principal preocupação desses festivais.

No entanto, muitas vezes há uma certa falta de informação sobre o significado desse “participar” proposto nesses festivais, criando um encontro de equipes que entram em quadra e disputam um torneio com tempo reduzido, em sistema mata-mata (ou mesmo em outros formatos de organização) enfatizando a forma jogada formal do jogo.

Ou seja, torna-se um campeonato de handebol com estrutura formal, com goleiros já definidos como goleiros, e até com algumas equipes já ensaiando algo semelhante a um engajamento, mas que fica apenas na semelhança organizacional, na maioria das vezes, uma vez que não há uma tática coletiva organizada.

E para que a participação de todos seja caracterizada, ao fim do longo dia de competições, cada um dos participantes ganha uma medalha, como se essas crianças não fossem capazes de compreender quem foi o verdadeiro campeão da competição, uma vez que mesmo que não haja tabelas fixadas, geralmente as proprias crianças acabam fazendo a contagem dos pontos, vitórias e derrotas.

Verifica-se, portanto, problemas entre discurso e prática, tais como: Continuar lendo “Festivais de Handebol I – Proposta de Organização de Festivais”