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Qual é a sua opinião sobre o uso da nova regra do 7o jogador em categorias de 11 a 14 anos?

Treinadores e professores, deixe-nos sua opinião. Dura menos de 10 minutos! Obrigado pela sua opinião! Continuar lendo Qual é a sua opinião sobre o uso da nova regra do 7o jogador em categorias de 11 a 14 anos?

A regra do sétimo jogador de quadra e as competições de handebol para crianças e jovens: reflexões

Os jogos olímpicos Rio 2016 foram palco para a implementação de novas regras para o handebol, todas elas aplicadas ao me ver com êxito do ponto de vista regulamentar. Porém, de imediato, uma situação ficou evidente: como serão estas aplicações nas competições de crianças e jovens? Até os 14 anos de idade, muitas competições optam pela utilização de regulamentos adaptados ou regulamentos técnico-pedagógicos e, destacam-se quase … Continuar lendo A regra do sétimo jogador de quadra e as competições de handebol para crianças e jovens: reflexões

Sugestões para o processo de formação de novos árbitros de handebol

Novos atores! É disso que sempre precisamos para que nossa modalidade sobreviva e permaneça sendo uma realidade.

Fala-se muito em formação de atletas, cursos de capacitação para treinadores e professores, mas e formação dos árbitros, fica como?

Assim como em todo processo de desenvolvimento, novos árbitros precisam de tempo para adquirirem “bagagem” para apitar. Não é assim também com um jovem treinador? E, com as crianças que iniciam na prática esportiva, isso também não acontece? Este é um grande desafio para Federações e Ligas.

A partir disso, alguns postulados são encarados como verdades quase que imutáveis frente ao processo de formação do jovem árbitro e quase sempre são adotadas pelas organizações responsáveis pelas competições de handebol para alavancar a carreira destes árbitros. Vamos discutir alguns deles: Continuar lendo “Sugestões para o processo de formação de novos árbitros de handebol”

O handebol é jogo de “fominha”

*Antes de continuar a leitura, confira aqui a definição de fominha (termo brasileiro), no contexto do esporte coletivo.

Geralmente, entendemos que para garantir a participação de todos durante um jogo de handebol, o uso do passe é fundamental, pois assim todos pegam na bola e participam efetivamente do jogo. Frente a esta concepção é normal que o jogador fominha fique cansado de ouvir: “passa a bola!”.

Existem algumas caraterística do handebol reguladas por suas regras, que podem colocar em xeque este conceito.  Continuar lendo “O handebol é jogo de “fominha””

Regulamentos Adaptados: Contribuições de feras no assunto!

No dia 02 de setembro de 2015 estive na EEFE/USP junto com um grupo de alunos, coordenados pelo Prof. Ms. Diogo Castro, que discutem o handebol a partir de uma visão bastante aplicada, buscando para isso, referenciais teóricos e exemplos em grandes nomes do nosso esporte. Estiveram neste dia, também os Profs. Drs. Luis Dantas e Ana Lúcia Padrão dos Santos

Fui convidado para participar de uma conversa sobre a utilização de regulamentos adaptados em categorias menores, sobretudo, mirim e infantil.

Apresentei, como sustentação de meus argumentos, aquilo que considero os princípios essenciais da lógica dos esportes coletivos, que estão na relação entre as ações que visam a recuperação constante da posse de bola quando defendendo e àquelas que visam atingir de forma rápida (não com pressa) a oportunidade de desfazer-se da bola (por meio de finalização ao gol) quando se está atacando. Continuar lendo “Regulamentos Adaptados: Contribuições de feras no assunto!”

Handebol não é basquete com gol: Aprendendo o ritmo trifásico

Apesar de ser bastante ilustrativa a comparação entre handebol e basquete (uso habitualmente este recurso para introduzir o handebol aos iniciantes) pelo fato de ambos os esportes possuírem muitas semelhanças funcionais, existem entre eles muitas diferenças do ponto de vista regulamentar que influenciam diretamente ações táticas individuais, como o deslocamento com a bola durante o jogo, por exemplo.

Deslocar-se com a bola nas duas modalidades pode ser operacionalizado por meio do quique da bola, mas a semelhança termina por aí.

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Avaliando no Handebol: Em que nível de aprendizagem seus atletas e seu grupo se encontram?

Um dos princípios básicos de qualquer organização curricular é a adequação dos conteúdos/matérias com o atual momento de aprendizagem e os potenciais a serem atingidos pelos alunos. No ensino do handebol de base isso não pode ser diferente.

Compreender que o handebol é uma construção processual com etapas de aprendizagem e que para cada uma delas há a necessidade de construir um handebol possível de ser aprendido é essencial e uma das formas de conhecer o que se trabalhar é saber avaliar. E, avaliar, sempre é uma grande dificuldade, afinal, o que avaliar? Como avaliar?

Realmente, não é simples. Em se tratando de esporte, a avaliação coletiva é demasiadamente complicada. Para isso, no livro “Educação Como Prática Corporal” de 2003, cujo tema são aulas de educação física escolar, os professores Alcides José Scaglia e João Batista Freire propõem que a avaliação deve ser feita por uma observação sistemática de poucos alunos por vez, até que todos possam ser avaliados.

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As Referências Funcionais Defensivas: Recuperando a Bola

Em poucos esportes, defender pode ser tão atraente como no handebol.

Dentro do funcionamento do jogo defensivo, autores como Teodorescu (1984) e Bayer (1992) apresentam a ideia de que todo esporte coletivo apresenta três ações defensivas básicas:

  1. Proteger o alvo;
  2. Impedir a progressão adversária; e
  3. Recuperar a posse de bola.

Estas três referências ou princípios, regulam o funcionamento de qualquer estrutura defensiva e toda ação individual ou coletiva do ato de defender

Tipicamente, no ensino do handebol, o olhar sobre o alto-rendimento esconde aspectos que transformam o handebol ensinado a iniciantes num jogo muito estereotipado, fazendo com que estas três funções defensivas sejam minimizadas a apenas uma: proteger o alvo.

Esse tipo de conduta transforma um jogo que possui formas de defender potencialmente agradáveis aos iniciantes num verdadeiro martírio. Fica chato defender. Continuar lendo “As Referências Funcionais Defensivas: Recuperando a Bola”

Penetrações sucessivas no Handebol: um jeito fácil de ensinar

Quer ensinar seus alunos a realizarem penetrações sucessivas (que dão origem ao engajamento)?

É fácil, coloque-os pra jogar com uma regra trazida do rugby Continuar lendo “Penetrações sucessivas no Handebol: um jeito fácil de ensinar”

Fixações no Handebol – Artigo Científico

Olá pessoal! Gostaria de incluir no blog um artigo científico relacionado aos conceitos de Fixação Par, Ímpar e Par-Ímpar. Trata-se de um texto muito bom do professor Rafael Pombo Menezes, um dos maiores contribuidores sobre os estudos científicos do handebol que eu conheço. Clique aqui para acessar o artigo (é necessário um leitor de PDF para abrir o arquivo) Apenas como critério de curiosidade, existem … Continuar lendo Fixações no Handebol – Artigo Científico