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Qual é a sua opinião sobre o uso da nova regra do 7o jogador em categorias de 11 a 14 anos?

Treinadores e professores, deixe-nos sua opinião. Dura menos de 10 minutos! Obrigado pela sua opinião! Continuar lendo Qual é a sua opinião sobre o uso da nova regra do 7o jogador em categorias de 11 a 14 anos?

A regra do sétimo jogador de quadra e as competições de handebol para crianças e jovens: reflexões

Os jogos olímpicos foram palco para a implementação de novas regras para o handebol, todas elas aplicadas, ao me ver com êxito do ponto de vista regulamentar. Porém, de imediato, uma situação ficou evidente: como serão estas aplicações nas competições de crianças e jovens? Sobretudo até os 14 anos de idade, muitas competições optam pela utilização de regulamentos adaptados ou regulamentos técnico-pedagógicos e, destacam-se quase sempre, … Continuar lendo A regra do sétimo jogador de quadra e as competições de handebol para crianças e jovens: reflexões

Sugestões para o processo de formação de novos árbitros de handebol

Novos atores! É disso que sempre precisamos para que nossa modalidade sobreviva e permaneça sendo uma realidade.

Fala-se muito em formação de atletas, cursos de capacitação para treinadores e professores, mas e formação dos árbitros, fica como?

Assim como em todo processo de desenvolvimento, novos árbitros precisam de tempo para adquirirem “bagagem” para apitar. Não é assim também com um jovem treinador? E, com as crianças que iniciam na prática esportiva, isso também não acontece? Este é um grande desafio para Federações e Ligas.

A partir disso, alguns postulados são encarados como verdades quase que imutáveis frente ao processo de formação do jovem árbitro e quase sempre são adotadas pelas organizações responsáveis pelas competições de handebol para alavancar a carreira destes árbitros. Vamos discutir alguns deles: Continuar lendo “Sugestões para o processo de formação de novos árbitros de handebol”

O handebol é jogo de “fominha”

*Antes de continuar a leitura, confira aqui a definição de fominha (termo brasileiro), no contexto do esporte coletivo.

Geralmente, entendemos que para garantir a participação de todos durante um jogo de handebol, o uso do passe é fundamental, pois assim todos pegam na bola e participam efetivamente do jogo. Frente a esta concepção é normal que o jogador fominha fique cansado de ouvir: “passa a bola!”.

Existem algumas caraterística do handebol reguladas por suas regras, que podem colocar em xeque este conceito.  Continuar lendo “O handebol é jogo de “fominha””

Curso de Handebol em Campinas – GRATUITO

A parceria entre o site Pedagogia do Handebol e Associação Campineira de Handebol promoverá na próxima terça-feira, 20/10, um Curso de Handebol grátis tendo como palestrante o Prof. Lucas Leonardo. Data: 20/10/2015 Horário: 15h30 às 18h30 Inscrições: No local, 30 minutos antes do curso. Certificado de Participação: Emissão de certificado com carga horária para todos os presentes. Local: Ginásio de Esportes Rogê Ferreira (saiba como … Continuar lendo Curso de Handebol em Campinas – GRATUITO

Regulamentos Adaptados: Contribuições de feras no assunto!

No dia 02 de setembro de 2015 estive na EEFE/USP junto com um grupo de alunos, coordenados pelo Prof. Ms. Diogo Castro, que discutem o handebol a partir de uma visão bastante aplicada, buscando para isso, referenciais teóricos e exemplos em grandes nomes do nosso esporte. Estiveram neste dia, também os Profs. Drs. Luis Dantas e Ana Lúcia Padrão dos Santos

Fui convidado para participar de uma conversa sobre a utilização de regulamentos adaptados em categorias menores, sobretudo, mirim e infantil.

Apresentei, como sustentação de meus argumentos, aquilo que considero os princípios essenciais da lógica dos esportes coletivos, que estão na relação entre as ações que visam a recuperação constante da posse de bola quando defendendo e àquelas que visam atingir de forma rápida (não com pressa) a oportunidade de desfazer-se da bola (por meio de finalização ao gol) quando se está atacando. Continuar lendo “Regulamentos Adaptados: Contribuições de feras no assunto!”

Handebol não é basquete com gol: Aprendendo o ritmo trifásico

Apesar de ser bastante ilustrativa a comparação entre handebol e basquete (uso habitualmente este recurso para introduzir o handebol aos iniciantes) pelo fato de ambos os esportes possuírem muitas semelhanças funcionais, existem entre eles muitas diferenças do ponto de vista regulamentar que influênciam diretamente nas ações táticas individuais, como o deslocamento com a bola durante o jogo, por exemplo.

Deslocar-se com a bola nas duas modalidades pode ser operacionalizado por meio do quique da bola, mas a semelhança termina por aí. Continuar lendo “Handebol não é basquete com gol: Aprendendo o ritmo trifásico”

Avaliando no Handebol: Em que nível de aprendizagem seus atletas e seu grupo se encontram?

euLucas Leonardo é o coordenador do site http://www.pedagogiadohandebol.com.br e atua como consultor pedagógico de projetos esportivos em clubes, associações e prefeituras.

Um dos princípios básicos de qualquer organização curricular é a adequação dos conteúdos/matérias com o atual momento de aprendizagem e os potenciais a serem atingidos pelos alunos. No ensino do handebol de base isso não pode ser diferente. Compreender que o handebol é uma construção processual com etapas de aprendizagem e que para cada uma delas há a necessidade de construir um handebol possível de ser aprendido é essencial. Uma das formas de conhecer o que trabalhar é saber avaliar. E, avaliar, sempre é uma grande dificuldade, afinal, o que avaliar? Como avaliar? Continuar lendo “Avaliando no Handebol: Em que nível de aprendizagem seus atletas e seu grupo se encontram?”

As Referências Funcionais Defensivas: Recuperando a Bola

Em poucos esportes, defender pode ser tão atraente como no handebol.

Dentro do funcionamento do jogo defensivo, autores como Teodorescu (1984) e Bayer (1992) apresentam a ideia de que todo esporte coletivo apresenta três ações defensivas básicas:

  1. Proteger o alvo;
  2. Impedir a progressão adversária; e
  3. Recuperar a posse de bola.

Estas três referências ou princípios, regulam o funcionamento de qualquer estrutura defensiva e toda ação individual ou coletiva do ato de defender

Tipicamente, no ensino do handebol, o olhar sobre o alto-rendimento esconde aspectos que transformam o handebol ensinado a iniciantes num jogo muito estereotipado, fazendo com que estas três funções defensivas sejam minimizadas a apenas uma: proteger o alvo.

Esse tipo de conduta transforma um jogo que possui formas de defender potencialmente agradáveis aos iniciantes num verdadeiro martírio. Fica chato defender. Continuar lendo “As Referências Funcionais Defensivas: Recuperando a Bola”