Explorando Pedagogicamente as Regras do Handebol – A Equipe, o Goleiro e a Área do Goleiro

Continuando o estudo que visa explorar pedagogicamente as regras oficiais do handebol, comentarei agora sobre as regras que incidem nos goleiros e na formação de uma equipe. (Fonte: http://www.ligahand.com.br/confe/regrasl.php)

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Explorando Pedagogicamente as Regras do Handebol – Um Estudo sobre a Quadra de Jogo

Quais são as regras do handebol? Essa é a pergunta mais freqüente de muitos professores iniciantes na modalidade e às vezes, até mesmo, de professores experientes.

No entanto, buscar a simples explicação do que são as regras podem nos montar algumas armadilhas pedagógicas, pois podemos ficar presos às suas limitações impostas, e assim cairmos numa metodologia de ensino baseada nas regras e não no jogo, o que nos remete para o ensino única e exclusivamente do jogo de regras formais, mesmo num processo de iniciação.

Ora, mas não se faz necessário basearmos nas regras do jogo para podermos ensiná-lo? Claro que sim, porém, isso não pode limitar nossa ação pedagógica.

Então, trago um novo questionamento, que espero que venha a ser, a partir de agora, o questionamento a ser feito pelos professores de handebol: como explorar as regras da modalidade dentro de minhas aulas?

Inicio, com este artigo uma série de textos para discutir as regras e suas possibilidades para uma perspectiva pedagógica, iniciando a discussão sobre a quadra de handebol.

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Festivais de Handebol V – Festival de Mini-handebol

Finalizando a série de artigos que tratam do tema “Festivais de Handebol”, trago agora uma reflexão sobre a idéia de um festival de mini-handebol.

1. O Papel do Mini-handebol na Iniciação:

A discussão que contextualiza o mini-handebol na iniciação já foi primeiramente realizada no artigo publicado em 31 de Janeiro de 2008, intitulado Mini-jogo não é “só” brincadeira e nem “apenas” coisa de criança.

Resumidamente, o Mini-handebol deve ser, num processo de iniciação à modalidade apenas mais um jogo da família de Jogos de Bolas com as Mãos a fazer parte do processo pedagógico, evitando fazer do mini-handebol um fim do processo de ensino-aprendizagem, mas sim mais um meio que possibilite a aprendizagem da modalidade.

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Festivais de Handebol IV – Festival de Jogos para Goleiros

Dando continuidade à discussão sobre a organização de festivais de handebol, dentro de uma perspectiva em que esses ambientes possibilitem a participação maciça dos alunos e também possibilitem um ambiente paradidático em relação ao desenvolvimento da inteligência de jogo dos alunos, este artigo focará agora sua atenção para a suposta terceira etapa de um processo de festivais. Esta etapa compreenderá o tema “Jogos para Goleiros”.

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Festivais de Handebol III – Festival de Jogos Adaptados

Dando continuidade à discussão sobre a organização de festivais de handebol, dentro de uma perspectiva em que esses ambientes possibilitem a participação maciça dos alunos e também possibilitem um ambiente paradidático em relação ao desenvolvimento da inteligência de jogo dos alunos, este artigo focará agora sua atenção para a suposta terceira etapa de um processo de festivais. Esta etapa compreenderá o tema “Jogos Adaptados”.

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Festivais de Handebol II – Festival de Jogos Coletivos Populares

Dando continuidade à discussão sobre a organização de festivais de handebol, dentro de uma perspectiva em que esses ambientes possibilitem a participação maciça dos alunos e também possibilitar um ambiente paradidático em relação ao desenvolvimento da inteligência de jogo dos alunos, este artigo focará agora sua atenção para a suposta primeira etapa de um processo de festivais que compreenderá o tema “Jogos Coletivos Populares”.

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Festivais de Handebol I – Proposta de Organização de Festivais

Inauguro com esse artigo uma série de discussões que estarei fazendo acerca do tema : “FESTIVAIS DE HANDEBOL”, focando os casos de eventos organizados para crianças com menos de 12 anos de idade (categorias menores que a mirim).

É praticamente consenso entre os professores da escolinhas dessas categorias que a competição formal deve ser colocada num segundo plano, devendo-se enfatizar a participação de todos como a principal preocupação desses festivais.

No entanto, muitas vezes há uma certa falta de informação sobre o significado desse “participar” proposto nesses festivais, criando um encontro de equipes que entram em quadra e disputam um torneio com tempo reduzido, em sistema mata-mata (ou mesmo em outros formatos de organização) enfatizando a forma jogada formal do jogo.

Ou seja, torna-se um campeonato de handebol com estrutura formal, com goleiros já definidos como goleiros, e até com algumas equipes já ensaiando algo semelhante a um engajamento, mas que fica apenas na semelhança organizacional, na maioria das vezes, uma vez que não há uma tática coletiva organizada.

E para que a participação de todos seja caracterizada, ao fim do longo dia de competições, cada um dos participantes ganha uma medalha, como se essas crianças não fossem capazes de compreender quem foi o verdadeiro campeão da competição, uma vez que mesmo que não haja tabelas fixadas, geralmente as proprias crianças acabam fazendo a contagem dos pontos, vitórias e derrotas.

Verifica-se, portanto, problemas entre discurso e prática, tais como: Continuar lendo “Festivais de Handebol I – Proposta de Organização de Festivais”