Saldo de gols no handebol: até quando nossos jovens serão reféns?

A participação em competições esportivas possui enorme apelo para a permanência dos jovens na prática esportiva, bem como para que valores sejam inseridos na vida destes jovens atletas. Porém, competir não é bom nem ruim em sua essência, sendo a experiência vivenciada em sua prática que pode ser boa ou ruim para estes jovens, dependendo da autopercepção que eles tenham destas experiências.

Treinadores possuem um papel fundamental neste processo, afinal, competir é um momento de seleção de quais jogadores de fato atuarão no jogo. Isso não será um grande problema se valores como merecimento, dedicação e frequência em aulas e treinos sejam um parâmetro balizador para estas escolhas. Isso, parte do treinador. Continuar lendo “Saldo de gols no handebol: até quando nossos jovens serão reféns?”

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fonte: https://handebolbh.wordpress.com

As possibilidades de organização do sistema defensivo individual

Há alguns anos o handebol brasileiro vem se transformando nas categorias de base, principalmente nas categorias mirim e infantil. As instituições (como ligas e federações) e os treinadores tem uma grande preocupação com a iniciação esportiva dos atletas e como isso irá interferir no desenvolvimento e no futuro deles na modalidade, e por isso, há algumas modificações regulamentares nessas categorias, como por exemplo, a imposição do uso do sistema defensivo individual em partes do jogo oficial. Afinal, acredita-se que a participação em competições deve ser adequada ao entendimento, crescimento e ao desenvolvimento do indivíduo, no sentido de formação integral e estruturada do jogador de handebol.

Essa imposição do uso do sistema defensivo individual é orientada pela ideia de que há simplificação dos problemas situacionais do jogo, tornando o jogo possível aos seus jogadores. Também há o entendimento que Continuar lendo “As possibilidades de organização do sistema defensivo individual”

Dando voz aos treinadores: pesquisa sobre a concepção tática do handebol

Convidamos os treinadores de handebol que nos seguem a preencherem a pesquisa abaixo. Se preferir, você pode acessar pelo link (https://goo.gl/forms/ztVnANuIksgvNS4i1) ou preencher diretamente no formulário abaixo. Indique esta pesquisa a um colega treinador, assim, nossa pesquisa pode se aprofundar ainda mais. Um abraço! Continuar lendo Dando voz aos treinadores: pesquisa sobre a concepção tática do handebol

Respondendo a dúvidas que podem ser comuns a muitos professores

Recebi estas dúvidas por e-mail e achei interessante colocá-las no site, pois pode ser a dúvida de muitos de vocês. O goleiro está caído e, durante a defesa, deixa a bola sair da linha da área de gol. Ainda caído, sem o controle da mesma, puxa levemente a bola para dentro da área de gol para dominá-la e seguir o jogo. Isso é falta? Que … Continuar lendo Respondendo a dúvidas que podem ser comuns a muitos professores

Link externo para Qual é a sua opinião sobre o uso da nova regra do 7o jogador em categorias de 11 a 14 anos?

Qual é a sua opinião sobre o uso da nova regra do 7o jogador em categorias de 11 a 14 anos?

Treinadores e professores, deixe-nos sua opinião. Dura menos de 10 minutos! Obrigado pela sua opinião! Continuar lendo Qual é a sua opinião sobre o uso da nova regra do 7o jogador em categorias de 11 a 14 anos?

Modelo Competitivo na Infância: A premiação aos artilheiros e possíveis impactos ao processo de aprendizagem do handebol.

 

A pedagogia do esporte tem discutido o papel do esporte para crianças e jovens, destacando, sobretudo, a necessidade de compreendermos que no processo de ensino-aprendizagem-treinamento as crianças não são adultas, reflexão que sugere a necessidade de ajustes deste processo, levando em consideração características, capacidades e interesses da criança e do jovem.

São muitos os fatores que interferem nestes ajustes necessários: maturidade emocional, capacidades físicas latentes, desenvolvimento, maturação, crescimento e conhecimento do jogo com base em diferentes níveis de relação com seus elementos (estruturais e funcionais) que impactam nas possibilidade de aprendizagem da criança, por exemplo (acredito, que em se tratando destes aspectos, este blog tenha muitas sugestões de como lidar com a criança iniciante no handebol).

Ainda há um agravante: crianças se desenvolvem em velocidades diferentes, podendo, numa mesma faixa etária, algumas crianças apresentarem maior destaque no seu rendimento momentâneo, diferença esta que ao longo do processo de desenvolvimento das crianças, pode ser minimizado.

Desta forma, são muitos os trabalhos que apresentam, por exemplo, ser esta faixa etária um momento de atenção com relação aos procedimentos de aprendizagem, alguns mais recentes, como trabalhos de Jean Cotê e colegas (2007) ao proprorem o Modelo de Participação Esportiva, bem como modelos mais antigos, como propostos por Bompa (2002), Greco e Matta (1996) – ver referências bibliográficas no fim do texto.

Porém, e a competição? Como nos comportamos quando elaboramos e oferecemos uma competição para crianças e jovens? É necessário realizamos adaptações e ajustes também neste cenário ou o modelo competitivo do adulto é bom o suficiente para aplicarmos com crianças, sobretudo até os 14 anos de idade (aproximadamente)? Continuar lendo “Modelo Competitivo na Infância: A premiação aos artilheiros e possíveis impactos ao processo de aprendizagem do handebol.”