Mudanças na regra do Handebol de Base – Estamos solucionando o problema?

Começo de ano sempre me faz pensar nas reuniões técnicas das Ligas e Federações.

Há algum tempo não participo como responsável por equipes, mas sempre me mantenho conectado a tudo o que acontece, meio que como em uma relação platônica que se traduz num sentimento de “quem sabe eu volto a esse mundo” – de reuniões, discussões, montagem de tabelas e jogos.

E um dos principais pontos ao qual sempre me envolvi eram as discussões de regras adaptadas nas categorias de base.

Sempre fui defensor de adaptações que propiciem aos alunos/atletas da iniciação (mirim, infantil e cadete) a possibilidade de aprenderem jogando, ou seja, terem condições de se desenvolver também no jogo, como um momento de continuidade de formação do atleta.

No entanto, os resultados destas adaptações têm me deixado um tanto quando pensativo.

De maneira geral, observando os regulamentos das competições à qual tenho contato pela minha regionalidade (Interior de São Paulo) tenho observado alguns fatos.

Tanto na Federação Paulista de Handebol, quanto na Liga de Handebol do Estado de São Paulo, observo a manutenção de uma mesma adaptação nas regras das categorias Infantis: jogar metade de cada tempo de jogo, com marcação individual obrigatória em meia quadra, sendo a outra metade de tempo livre, podendo jogar defensivamente como a equipe assim quiser.

Em cada um destes espaços, a esta adaptação existem nuances que diferenciam uma da outra: na Federação Paulista de Handebol, os jogadores devem marcar individualmente em meia quadra, com a necessidade de haver no máximo a distância de um braço entre atacantes e defensores, sendo que caso haja a interpretação por parte da arbitragem de que esta regra não está sendo seguida, a equipe infratora é punida com um tiro de 7 metros contra. Já na Liga de Handebol do Estado de São Paulo, não existe esta observação em sua regra, sendo que ao se observar marcação que caracterize zona, o árbitro adverte o treinador.

Existem ainda outros detalhes que diferenciam ambas (Liga e Federação), no entanto, de maneira geral, vou ater-me à necessidade imposta pela regra de que a marcação individual ocorra.

É curioso verificar como os pequenos detalhes citados à cima, que diferenciam uma competição da outra, transformam o jogo de forma tão cabal.

Na Liga de Handebol do Estado de São Paulo, observando os jogos realizados em 2011 e agora no início de 2012, verifico que a marcação individual é cheia de pequenas trocas de marcação e às vezes, marcação dupla acidental no jogador com bola, deixando um jogador atacante livre. E este fator não é apontado como infração pela arbitragem, numa ação de bom-senso da equipe de arbitragem, que pedagogicamente falando, em minha opinião é muito bem vinda, oferecendo ao atleta a capacidade de interpretar diferentes formas de individualizar a defesa e em alguns momentos reforçar a defesa sobre jogadores que se destacam (como disse anteriormente, de forma acidental, pois no caso de uma marcação dupla ocorrer de forma pré-definida, verifico que a arbitragem para o jogo e reorienta os jogadores).

Ao observar, no entanto, os jogos da Federação Paulista de Handebol, observei, em alguns casos específicos, aquilo que consideroum “golpe” ao processo pedagógico pensado na adaptação das regras, mas que é totalmente adequado às adaptações propostas, não podendo ser contestado enquanto ação válida do jogo: observo treinadores optarem por atacar posicionalmente, mesmo contra defesas individualizadas. A partir desta situação, uma equipe que marca individualmente, com a necessidade de manter um braço de distância entre atacante e defensor, acaba por criar a situação de isolamento de alguns jogadores do jogo (por exemplo, jogadores que posicionam nas pontas/extremas da quadra, armadores esquerdo e direito que ficam parados nos cantos da meia quadra, sendo marcados individualmente), ocorrendo, quase sempre, um jogo de 2×2, apenas, excluindo, literalmente, os outros 4 jogadores de linha do jogo.

No entanto, a adaptação da regra permite esta interpretação. E pensando na conquista de resultados, muitos treinadores sentem-se impelidos a agir desta forma, fortalecendo a formação de um ou duas atletas frente às demais. Dessa forma, a tentativa de adaptação de regras, no sentido da busca de maior qualidade na formação geral de atletas de handebol acaba restringindo a formação destes.

Recentemente, conversando com alguns treinadores, defendeu-se o esquecimento da adaptação das regras, permitindo que as mesmas regras válidas para o handebol de elite sejam aplicadas no handebol de base. E não vou negar, senti-me muito impelido em defender este ponto de vista, na tentativa de que, pelo menos desta forma, todos os jogadores presentes na quadra de jogo possam agir livremente, se necessário, para dobrar uma marcação, trocar uma marcação, ou mesmo receber minimamente a bola quando atacando, participando mais do jogo.

Porém, penso que a liberação da regra de adaptações acabará por extinguir algo que tem realmente importância no momento de compreensão do jogo que muitas crianças da categoria mirim e infantil ainda se encontram, que é saber marcar e livrar-se da marcação individual.

Porém, pensando na marcação individual, existem variações que a enriquecem e não a descaracterizam, como por exemplo, realizar marcação individual pura, como a descrita pelas regras da Federação Paulista de Handebol, realizar marcação individual por observação, ou seja, não havendo real necessidade de aproximar-se tanto do adversário, permitindo que os alunos aprendam, desde cedo à possibilidade de dobrar marcações, de realizar coberturas, de realizar pequenas trocas – que será um alicerce importante para a aprendizagem da defesa zonal, futuramente.

Logo, com tanta riqueza de formas de marcar individualmente, acredito que ao adaptar-se a regra nas categorias de base, talvez a redação da regra não deva se focar naquilo o que a regra irá permitir, mas sim naquilo o que ela não poderá permitir.

Na minha modesta opinião, sugiro que, ao invés de descrever: “Será realizada marcação individual em meia quadra”, descreva-se: “Não será permitida marcação zonal/por setor ou mista”.

Complemento esta ideia com a seguinte observação: “Não será permitido que o ataque organize-se de forma posicional”.

Com estas duas observações, as formas de marcação poderão ser as mais variadas: individual pura, individual por observação e com trocas, ou até mesmo os exageros de ninguém marcar ninguém, apenas correndo atrás da bola ou ainda todos marcando apenas quem tem a bola.

O que quero que reflitam é que com a redação da regra proposta, liberamos todas as possibilidades de marcação, exceto a defesa zonal/por setor ou mista. Ainda frisamos que o ataque deverá ter mobilidade, de forma a não se caracterizar como um ataque posicional, o que de uma vez por todas acaba com a possibilidade de isolar os jogadores do jogo.

Bem, esta é uma ideia, que em minha opinião poderá ajudar o crescimento da modalidade.

Aproveito a oportunidade e convido todos a entrarem no grupo do facebook “Novas Ideias para o Handebol Brasileiro

Um abraço a todos.

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13 comentários sobre “Mudanças na regra do Handebol de Base – Estamos solucionando o problema?

  1. Boa Noite!

    Estive na reunião das regras adaptadas que ocorreu na Federação Paulista e fui o único que pediu para acabar com as regras adaptadas.
    Mas não sei se fui mal interpretado. Pedi para acabar com as regras adaptadas, justamente para acabar com as tentativas de levar vantagem devido a essas regras. Pois ano passado foi o que mais aconteceu (me coloco no meio).

    Como você citou sobre isolar os jogadores! Acontecem outras coisas, como começar o jogo com 1 atleta entrando como surpresa, atletas começando em posições trocadas (armador direito, começa como ponta esquerda)

    Entendo e concordo com as regras adaptadas mas sinto que não estamos preparados para fazer o trabalho para o bem do atleta mas sim para o bem do clube/instituição.

    Então minha opinião era com o fim das regras adaptadas, teríamos mais liberdade para trabalhar com nossos atletas.

    Temos muitas versões para marcação individual, com o fim da obrigatoriedade, poderiamos trabalhar de diversas maneiras, fazendo com que o atleta tenha uma vasta vivência dentro do esporte.

    A equipe onde eu trabalho irá adotar a marcação individual nas categorias de base, com a obrigatoriedade ou não da federação.

    Parabéns pelo site, sempre procuro acompanhar!

  2. Prezado Lucas

    Na condição de Diretor Técnico da Federação Paranaense de Handebol, na década de 1980 iniciamos o movimento de adaptação das regras nas categorias de base, posição que foi abandonada ano passado por absoluta falta de consciência dos técnicos que, ao invés de se preocuparem em formar atletas com amplo acerto motor, preocupavam-se apenas em criar estratégias para usar a adaptação das regras a seu favor, transformando o jogo de Handebol em uma partida 2×2, quando da exigência da marcação individual.
    Hoje defendo que o processo pedagógico tem que ser opção do professor, cabendo a ele decidir entre ser campeão e formar um bom atleta.

    1. Oi Décio, fiquei muito feliz em vê-lo comentar o blog!!! Realmente, já conversei com alguns amigos que acrediteam que talvez o caminho seja realmente esperarmos a opção do treinador. É uma possibilidade, pois como disse, as vezes é melhor deixar que o professor se encarregue de julgar como proceder do que tantarmos criar organizar novas propostas que acabam gerando mais preocupação em como tirar vantagem delas do que em pensar na formação do atleta. O que sugeri neste blog é a mudança da redação das regras adaptadas, pois ainda acredito que apenas com algum grau de “nivelamento” imposto por regras é que poderemos garantir que bons trabalhos aparecam, no tocante à formação de quem joga. Espero que esta proposta seja levada em consideração, através da internet, tendo em vista a dificuldade de sugerir ideias que venho tendo nos grupos organizados das Ligas e Federações após minha saída das quadras. Você não considera esta possibilidade como uma saída? Abraços,

  3. Ola Lucas, Rodrigo e demais colegas

    Concordo quando voce sugere que a redação das regras adaptadas deve ser cuidadosa, porém aprendi na prática que o técnico somente vai respeitar o sistema de defesa individual quando perder para este sistema.
    Somente conseguimos implantar as regras adaptadas depois de vencer um Campeonato Estadual usando a defesa individual o tempo inteiro, o que acabou sendo proibido na medida em que a preocupação passou a ser maior com as regras do que com a formação do atleta (felizmente eu já não era mais técnico).
    Acredito que a exigência da defesa individual ajuda na vivência do atleta, apesar do técnico somente se preocupar em burlar as regras para vencer o jogo. Mas também penso que temos que respeitar os que defendem escola nórdica, que usa o 6:0 desde a iniciação e deixando o regulamento livre, cada técnico pode fazer sua opção e comprovar a qualidade do seu trabalho, sem ser obrigado a utilizar um sistema que não tem competência para desenvolver.
    Espero ter contribuído.

    1. Oi Décio…acho sua colocação perfeita…eu discutiria o seguinte: ensinar a partir do 6×0 não é o real problema…a questão é: qual é o 6×0 que estamos ensinando! Se tivermos como parâmetro a escola nórdia, oras, sem problemas… porém, 6×0 é só uma estrutura que pode ter ações táticas variadas. De qqr forma, devemos, sem dúvida respeitar o ponto de partida de cada treinador, porém, fico cada vez mais preocupado com a qualificação de nossos profissionais. O Voleibol já tem estruturado há muitos anos, cursos de capacitação para treinadores de voleibol, que os graduam em qual nível eles podem atuar (categorias menores, equipes estauduais, equipes nacionais, equipes internacionais). Acho que está mais do que na ora do projeto da Escola de Treinadores de Handebol sair do papel e iniciar, nem que seja de forma básica, por meios virtuais, por exemplo. Acho que será num forum como este que a discussão poderá se enriquecer. Abraços,

  4. Bom dia Lucas e demais participantes desta “conversa”…

    Acho pertinentes todos os argumentos apresentados na defesa tanto da adaptação das regras quanto da manutenção do padrão do alto nível nas categorias de base e na iniciação.
    Como o próprio Décio colocou, esta ação começou em alguns estados ja no final da década de 80 mas em outros ainda esta em fase de implantação e em outros nunca aconteceu. Vale aqui lembrar o por que se iniciou este processo de mudanças.
    Com o aumento do número de alunos participando das escolinhas e equipes de handebol escolar naturalmente apareceu uma demanda por parte dos técnicos e das escolas para que fossem realizadas competições nas categorias mirim e festivais para as crianças que participavam de projetos de mini-handebol.
    Sou da opnião que estas mudanças foram propostas pelos professores que tinham a preocupação na formação do seu aluno seguindo uma linha de trabalho de países como Espanha, Alemanha ou França (lembrem-se que foi nesse período que aumentou o intercâmbio com técnicos da Espanha, os professores da Universidade de Heidelberg vieram e apresentaram o projeto “Escola da Bola” e com o aparecimento da internet na década de 90, começamos a ter acesso a trabalhos, publicações e vídeos com muito mais facilidade). Mas, como podemos ver em quase todos os relatos acima, quase sempre (infelizmente) encontraremos professores/técnicos que tentam apenas criar estratégias para burlar estas adaptações.
    Um exemplo específico: aqui em Belo Horizonte, além da utilização da marcação individual (aqui se fala apenas que pode ser quadra inteira ou meia quadra sem entrar em detalhes de distância a ser mantida entre os jogadores) existe uma obrigatoriedade na troca dos alunos de maneira a todos terem a oportunidade de participar dos jogos. Ao final do 1.o quarto os jogadores devem ser substituídos permitindo que todos que estão no banco entrem para o próximo quarto. Começaram então a aparecer colégios que levavam 7 ou 8 atletas. Houve novamente a modificação exigindo no mínimo 10 alunos. Novamente outros “espertos” (ou não) levavam apenas 10 de maneira que lhes permitissem manter seus 3 melhores alunos/atletas dentro de quadra durante todo o jogo. Novamente a federaçaõ escolar modificou e agora nenhum aluno/atleta pode participar de todos os quartos.
    Voltando, SEMPRE HAVERÁ algum professor/técnico que terá este tipo de pensamento e de atitude. Sou da opnião que não devemos mudar nosso modo de pensar e de agir com nossos alunos. O Décio colocou que alguns professores só acreditaram na proposta quando perderam para uma equipe que maracava individualmente.
    Independente de adaptações de regras ou não, que faz um trabalho de longo prazo com objetivos muito bem definidos e fundamentados, não voltará a marcar o 6:0 (passivo) somente por que seus adversários fazem isso, como o Rodrigo bem colocou em seu comentário. Já que ele terá bem claro que aquele torneio/campeonato é apenas um meio de educar e treinar seu aluno e não o fim em si mesmo.
    A muito tempo parei de sofrer esperando dos outros atitudes que eu teria. Façamos nosso trabalho! E vamos tentando melhorar a qualidade deste esporte que a gente ama!

    Abraço

  5. Boa tarde a todos.

    Nossa maior briga também está relacionada com o aprendizado das crianças e a formação dos possíveis atletas. Dificilmente os professores, treinadores ou técnicos entendem a proposta e de alguma forma tentam burlar o esquema para beneficiar a sua equipe. O que estamos buscando é uma linguagem comum entre os professores da rede municipal e estadual, promovendo cursos, palestras e encontros para discussão de temas relacionados ao handebol e ao mini-handebol, além de distribuição de material didático. Até agora isso não deu muito certo, pois ainda caímos no mesmo problema, todos querem ganhar, não importa como. Então como foi comentado, precisamos fazer nosso trabalho e acreditar que no futuro consiguiremos fazer todo esse sonho dar certo. A pergunta que eu faço é a seguinte: será que se respeitassemos o processo de ensino e aprendizagem, as etapas de formação e as regras citadas não teríamos uma seleção adulta melhor?

    Forte abraço a todos

  6. Olá Lucas, Décio, Rodrigo e demais, como estão?
    Importante debate este, o que esta acontecendo é que em nome da formação técnico-tática dos nossos jovens praticantes estamos deformando. A noção de formação individual (nos quesitos tática individual e técnica, além do fator formação da responsabilidade, liberdade, de todos jogarem e participarem do jogo- noções defendidas por quem há décadas defendeu o sistema individual de defesa como melhor meio para tal) é de grande valor.
    O que temos é muitas escolas/ prefeituras/ clubes formando em sistemas defensivo 6:0 onde não se aprende a defender, coisa que também ocorre no sistema de defesa individual, como escreveu o Lucas Leo- e de fato o que ocorre no campeonato paulista infantil com a ideia de que individual é estar a até 1,5 metros do oponente em qualquer situação é triste.
    O que é importante na formação não é o sistema defensivo, e sim o trabalho de formação técnico-tática que se faz. E para isto não se trata de querer ser o campeão dos campeões das categorias de formação e base, e sim formar – e isso como pré requisito para o trabalho de formação de jovens atletas/praticantes. Formar na concepção mais ampla de formação, são seres humanos, então a formação vai muito além da questão esportiva, para relembrarmos o tamanho de nossa tarefa.
    Assim, o importante (como na Espanha – um dos principais influenciadores de jogo handebol e da escola da defesa individual nas etapas de iniciação- tem sido defendido, e não só no handebol, nas diversas Modalidades Coletivas) é a formação tática-técnica dos jogadores. Para isso pode se utilizar os diversos sistemas defensivos, aliás, o que se tem mais enfatizado mais é jogo de ataque, esse tem que ser livre no iniciar, e não mecanizado ou pré -fabricado.
    Logo, o entendimento do que é defesa vem antes de qual sistema(s) se utilizará. Defender é atacar o ataque, é forçar o erro, e não torcer pelo erro passivamente. É criar o erro. Trabalho criativo defensivo! É disputar estratégia e objetivo com o adversário – não arremessarás, não aqui, não em boas condições, etc. Roubar a bola, antecipar-se para não sofrer o arremesso e , portanto, não ter chance de levar um gol. Utilizar os diversos meios defensivos para tal. Mas sempre de acordo com a situação, afinal, é um modalidade de situação!
    Assim, o que vemos no paulista infantil, nos minutos de defesa individual, não
    é trabalho defensivo, infelizmente, é assistir o adversário fazer o gol. E aceitar passivamente esta condição. Triste formação esta.
    Espero não ter dito muita besteira, pois é de fato um debate dos mais importantes.
    Grande abraço e parabéns pelo texto Lucas
    Diogo Castro

  7. Boa tarde,
    não quero entrar na discussão do que é mais adequado,pois não me julgo capaz disso,mas quero fazer 2 posicionamentos que talvez ajudem.1-Em muitos anos como árbitro da fph jamais houve reunião técnica com os árbitros explicando o que se pretendia com tal mudança na regra,inclusive nunca foi explicado o que é marcação individual,o que há controvércias entre técnicos presenciada por mim em quadra.Acredito que na reunião técnica dos técnicos seria muito bem vinda a presença dos árbitros,porque alem de aprenderem o que é essa marcação os mesmos poderiam passar suas dificuldades em quadra pra visualizar a mesma e o que alguns fazem para levar vantagem na mesma.A segunda seria fazer a bola ser tocada por todos os jogadores atacantes antes de tentar fazer o gol,com excessão no contra ataque e na transição rápida.Espero ter colaborado,foi essa a única intenção.

  8. Olá amigos, tenho equipes mirins e infantis em Maceio-AL e as vezes precisamos jogar com equipes mirins e não temos escolas no mesmo nível, isso não acontece sempre, por isso quero saber se existe alguma competição aberta aí em São Paulo que possamos participar. Um abraço a todos que estudam o handebol

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