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Crônicas Pedagógicas: A culpa é das atletas

Um pouco sobre a visão empirista no handebol: “Eu estou fazendo a minha parte, vou lá dou meus treinos, sei o que tenho que ensinar, dou treino de handebol há muitos anos. Agora, se vocês não são capazes de aprender, o problema é de vocês.”. Continuar lendo Crônicas Pedagógicas: A culpa é das atletas

Crônicas Pedagógicas: As pequenas especialistas

Lembro-me como se fosse hoje… Era meu primeiro dia de trabalho na última equipe em que trabalhei. Era uma equipe de handebol feminino, bastante prestigiada no estado, devido à concentração de excelentes resultados de seu projeto de alto-desempenho. Apesar disso, ainda patinava na organização de projetos de iniciação e especialização ao handebol. Eu estava lá, à frente de pouco mais de 30 meninas entre 12 … Continuar lendo Crônicas Pedagógicas: As pequenas especialistas

Crônicas Pedagógicas: O milagre que vem de fora

Mais uma crônica de Duda Bernardi.

“O Diretor reuniu todos que iam jogar, eu e o Biel ficamos de fora da roda, e apresentou os dois caras para o time. Disse que eles viriam reforçar a equipe, porque o clube tinha um nome a zelar e era mais do que necessário sermos campeões desta etapa para deixarmos uma boa imagem. Tínhamos que ter resultados iguais ao do time adulto que sempre vencia o estadual”. Continuar lendo Crônicas Pedagógicas: O milagre que vem de fora

Crônicas Pedagógicas: Uma contra todas!

Dia desses, estava vendo um jogo de uma competição de handebol da região em que vivo. Em quadra, duas equipes femininas com crianças até 14 anos de idade. De um lado, uma equipe bem montadinha, com uma proposta defensiva diferente daquelas que eu costumeiramente vejo aqui no meu pedaço. Era uma estrutura 6:0, mas com um funcionamento muito ativo. Quando a bola chegava nas mãos … Continuar lendo Crônicas Pedagógicas: Uma contra todas!

Saldo de gols no handebol: até quando nossos jovens serão reféns?

A participação em competições esportivas possui enorme apelo para a permanência dos jovens na prática esportiva, bem como para que valores sejam inseridos na vida destes jovens atletas. Porém, competir não é bom nem ruim em sua essência, sendo a experiência vivenciada em sua prática que pode ser boa ou ruim para estes jovens, dependendo da autopercepção que eles tenham destas experiências.

Treinadores possuem um papel fundamental neste processo, afinal, competir é um momento de seleção de quais jogadores de fato atuarão no jogo. Isso não será um grande problema se valores como merecimento, dedicação e frequência em aulas e treinos sejam um parâmetro balizador para estas escolhas. Isso, parte do treinador. Continuar lendo “Saldo de gols no handebol: até quando nossos jovens serão reféns?”

fonte: https://handebolbh.wordpress.com

As possibilidades de organização do sistema defensivo individual

Há alguns anos o handebol brasileiro vem se transformando nas categorias de base, principalmente nas categorias mirim e infantil. As instituições (como ligas e federações) e os treinadores tem uma grande preocupação com a iniciação esportiva dos atletas e como isso irá interferir no desenvolvimento e no futuro deles na modalidade, e por isso, há algumas modificações regulamentares nessas categorias, como por exemplo, a imposição do uso do sistema defensivo individual em partes do jogo oficial. Afinal, acredita-se que a participação em competições deve ser adequada ao entendimento, crescimento e ao desenvolvimento do indivíduo, no sentido de formação integral e estruturada do jogador de handebol.

Essa imposição do uso do sistema defensivo individual é orientada pela ideia de que há simplificação dos problemas situacionais do jogo, tornando o jogo possível aos seus jogadores. Também há o entendimento que Continuar lendo “As possibilidades de organização do sistema defensivo individual”