Post fixo

Crônicas Pedagógicas: Eu posso pegar a bola?

Handebol é um esporte quase sempre estereotipado por um modelo pré-concebido: “Um jogo de bola em que a defesa se organiza numa barreira em volta da área que só o goleiro pode pisar, no qual devemos arremessar por cima da barreira para marcar gol”. Às vezes acho que isso é um pouco culpa da desinformação, afinal, é bem difícil assistirmos jogos de handebol, pelo menos, … Continuar lendo Crônicas Pedagógicas: Eu posso pegar a bola?

Post fixo

Crônicas Pedagógicas: “Faça o que digo e faça o que eu faço”

Todos temos boas intenções, ao menos no nosso discurso educacional. Não tenho dúvidas disso. Todo treinador que conheço afirma “faço isso, pois sei que é o melhor para meus atletas”, afinal, temos uma firme crença em nossos atos. Cremos fazer sempre o melhor, caso contrário, por que lidar com o processo de ensino, vivência, aprendizagem e treinamento do handebol? Neste sentido, quem de nós, quando questionados … Continuar lendo Crônicas Pedagógicas: “Faça o que digo e faça o que eu faço”

Crônicas Pedagógicas: “Eu te proíbo!” (Uma poesia pela liberdade)

A poesia abaixo escrevi em homenagem à liberdade, direito universal! Não podemos permitir que isso se esvaia pelas nossas mãos. Em minhas andanças Nos ginásios por aí Mesmo de longe Chega aos meus ouvidos: “Eu te proíbo…” Porque treinadores De crianças e jovens Pensam poder Simplesmente falar, “Eu te proíbo”? Impedir que um atleta Com um amigo converse Por causa do uniforme Diferente que ele … Continuar lendo Crônicas Pedagógicas: “Eu te proíbo!” (Uma poesia pela liberdade)

Você está Dispensado!

Crônicas Pedagógicas: Você está dispensado!

Como somos incoerentes em alguns momentos! Recentemente, reencontrei alguns ex-atletas de um antigo projeto esportivo em que trabalhei como treinador de handebol e coordenador. Conversas sempre prazerosas e saudosas. Sempre que me despeço destes, agora, jovens adultos, tenho a sensação de dever cumprido. Apesar de tantas boas lembranças, em meu último encontro com um destes jovens, uma pergunta perturbadora veio à tona: – Prof. Duda, … Continuar lendo Crônicas Pedagógicas: Você está dispensado!

Crônicas Pedagógicas: Placar final – 58×01

Por muito tempo todos vamos nos lembrar do fatídico episódio dos 7×1 que o futebol brasileiro passou durante a Copa do Mundo masculina disputada no próprio Brasil. Houve, naquele momento, independente das posições individuais manifestadas, a insurgência de sensações e sentimentos quase viscerais em grande parte do mundo futebolístico. Aquele resultado chocou! Recentemente, li uma reportagem que retrata como humilhação o fato da equipe mirim … Continuar lendo Crônicas Pedagógicas: Placar final – 58×01

Crônicas Pedagógicas: mais àquele que tem mais!

Na bíblia cristã, há uma passagem em Mateus que fala o seguinte: “A todo aquele que tem, será dado mais, e terá em abundância. Mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado” (Mateus, 25, 28-29)”.
Quer saber suas relações com o handebol? Leia a Crônica de Duda Bernardi. Continuar lendo Crônicas Pedagógicas: mais àquele que tem mais!

Crônicas Pedagógicas: A culpa é das atletas

Um pouco sobre a visão empirista no handebol: “Eu estou fazendo a minha parte, vou lá dou meus treinos, sei o que tenho que ensinar, dou treino de handebol há muitos anos. Agora, se vocês não são capazes de aprender, o problema é de vocês.”. Continuar lendo Crônicas Pedagógicas: A culpa é das atletas

Crônicas Pedagógicas: As pequenas especialistas

Lembro-me como se fosse hoje… Era meu primeiro dia de trabalho na última equipe em que trabalhei. Era uma equipe de handebol feminino, bastante prestigiada no estado, devido à concentração de excelentes resultados de seu projeto de alto-desempenho. Apesar disso, ainda patinava na organização de projetos de iniciação e especialização ao handebol. Eu estava lá, à frente de pouco mais de 30 meninas entre 12 … Continuar lendo Crônicas Pedagógicas: As pequenas especialistas

Crônicas Pedagógicas: O milagre que vem de fora

Mais uma crônica de Duda Bernardi.

“O Diretor reuniu todos que iam jogar, eu e o Biel ficamos de fora da roda, e apresentou os dois caras para o time. Disse que eles viriam reforçar a equipe, porque o clube tinha um nome a zelar e era mais do que necessário sermos campeões desta etapa para deixarmos uma boa imagem. Tínhamos que ter resultados iguais ao do time adulto que sempre vencia o estadual”. Continuar lendo Crônicas Pedagógicas: O milagre que vem de fora