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Crônicas Pedagógicas: “Eu te proíbo!” (Uma poesia pela liberdade)

A poesia abaixo escrevi em homenagem à liberdade, direito universal! Não podemos permitir que isso se esvaia pelas nossas mãos. Em minhas andanças Nos ginásios por aí Mesmo de longe Chega aos meus ouvidos: “Eu te proíbo…” Porque treinadores De crianças e jovens Pensam poder Simplesmente falar, “Eu te proíbo”? Impedir que um atleta Com um amigo converse Por causa do uniforme Diferente que ele … Continuar lendo Crônicas Pedagógicas: “Eu te proíbo!” (Uma poesia pela liberdade)

Você está Dispensado!

Crônicas Pedagógicas: Você está dispensado!

Como somos incoerentes em alguns momentos! Recentemente, reencontrei alguns ex-atletas de um antigo projeto esportivo em que trabalhei como treinador de handebol e coordenador. Conversas sempre prazerosas e saudosas. Sempre que me despeço destes, agora, jovens adultos, tenho a sensação de dever cumprido. Apesar de tantas boas lembranças, em meu último encontro com um destes jovens, uma pergunta perturbadora veio à tona: – Prof. Duda, … Continuar lendo Crônicas Pedagógicas: Você está dispensado!

Crônicas Pedagógicas: Placar final – 58×01

Por muito tempo todos vamos nos lembrar do fatídico episódio dos 7×1 que o futebol brasileiro passou durante a Copa do Mundo masculina disputada no próprio Brasil. Houve, naquele momento, independente das posições individuais manifestadas, a insurgência de sensações e sentimentos quase viscerais em grande parte do mundo futebolístico. Aquele resultado chocou! Recentemente, li uma reportagem que retrata como humilhação o fato da equipe mirim … Continuar lendo Crônicas Pedagógicas: Placar final – 58×01

Crônicas Pedagógicas: mais àquele que tem mais!

Na bíblia cristã, há uma passagem em Mateus que fala o seguinte: “A todo aquele que tem, será dado mais, e terá em abundância. Mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado” (Mateus, 25, 28-29)”.
Quer saber suas relações com o handebol? Leia a Crônica de Duda Bernardi. Continuar lendo Crônicas Pedagógicas: mais àquele que tem mais!

Crônicas Pedagógicas: A culpa é das atletas

Um pouco sobre a visão empirista no handebol: “Eu estou fazendo a minha parte, vou lá dou meus treinos, sei o que tenho que ensinar, dou treino de handebol há muitos anos. Agora, se vocês não são capazes de aprender, o problema é de vocês.”. Continuar lendo Crônicas Pedagógicas: A culpa é das atletas

Crônicas Pedagógicas: As pequenas especialistas

Lembro-me como se fosse hoje… Era meu primeiro dia de trabalho na última equipe em que trabalhei. Era uma equipe de handebol feminino, bastante prestigiada no estado, devido à concentração de excelentes resultados de seu projeto de alto-desempenho. Apesar disso, ainda patinava na organização de projetos de iniciação e especialização ao handebol. Eu estava lá, à frente de pouco mais de 30 meninas entre 12 … Continuar lendo Crônicas Pedagógicas: As pequenas especialistas

Crônicas Pedagógicas: O milagre que vem de fora

Mais uma crônica de Duda Bernardi.

“O Diretor reuniu todos que iam jogar, eu e o Biel ficamos de fora da roda, e apresentou os dois caras para o time. Disse que eles viriam reforçar a equipe, porque o clube tinha um nome a zelar e era mais do que necessário sermos campeões desta etapa para deixarmos uma boa imagem. Tínhamos que ter resultados iguais ao do time adulto que sempre vencia o estadual”. Continuar lendo Crônicas Pedagógicas: O milagre que vem de fora

Crônicas Pedagógicas: Uma contra todas!

Dia desses, estava vendo um jogo de uma competição de handebol da região em que vivo. Em quadra, duas equipes femininas com crianças até 14 anos de idade. De um lado, uma equipe bem montadinha, com uma proposta defensiva diferente daquelas que eu costumeiramente vejo aqui no meu pedaço. Era uma estrutura 6:0, mas com um funcionamento muito ativo. Quando a bola chegava nas mãos … Continuar lendo Crônicas Pedagógicas: Uma contra todas!

Saldo de gols no handebol: até quando nossos jovens serão reféns?

A participação em competições esportivas possui enorme apelo para a permanência dos jovens na prática esportiva, bem como para que valores sejam inseridos na vida destes jovens atletas. Porém, competir não é bom nem ruim em sua essência, sendo a experiência vivenciada em sua prática que pode ser boa ou ruim para estes jovens, dependendo da autopercepção que eles tenham destas experiências.

Treinadores possuem um papel fundamental neste processo, afinal, competir é um momento de seleção de quais jogadores de fato atuarão no jogo. Isso não será um grande problema se valores como merecimento, dedicação e frequência em aulas e treinos sejam um parâmetro balizador para estas escolhas. Isso, parte do treinador. Continuar lendo “Saldo de gols no handebol: até quando nossos jovens serão reféns?”