Como anda o handebol brasileiro?

Release recebido e que considero interessante divulgar.

Abraços a todos,

Próxima edição da revista ESPN traz matéria sobre o esporte e discute a relação do Brasil com a modalidade

Só no Brasil existe mais de 1 milhão de praticantes, o que faz do esporte o segundo mais jogado nas escolas do País, perdendo apenas para o futsal. Além disso, o Brasil é bi-campeão pan-americano da modalidade, tanto no masculino, quanto no feminino (Santo Domingo 2003 e Rio de Janeiro 2007). No entanto, o handebol brasileiro parece fadado ao amadorismo, uma vez que os projetos nacionais para o esporte são incipientes e sua popularidade não vislumbra grandes horizontes estando longe da TV aberta.

Para se ter uma ideia, 70% dos atletas que competem na Liga Nacional recebem em média R$ 600 a R$ 1.000, e o país está longe de ser um celeiro de craques por falta de um trabalho de base, mesmo que haja jogadores brasileiros com destaque no exterior. É o que mostra a reportagem “Esse estranho futebol jogado com as mãos”, da 3ª edição da revista ESPN, da Editora Spring, que vai às bancas na próxima sexta feira (8/1). A matéria levanta a discussão aos fãs do esporte e espera esquentar o debate sobre o porquê de a modalidade merecer mais atenção no País.

Com entrevistas com o goleiro Marcão, o ponta Fábio Vanini e a vitoriosa armadora Zezé, que agora atua na areia, a revista traz a dificuldade dos atletas para vencer as muitas barreiras antes de se tornarem profissionais. Por outro lado, Manoel Luiz Oliveira, presidente da Confederação Brasileira de Handebol (CBHd), revela alguns planos para os próximos anos, como a adequação do calendário brasileiro ao europeu, a formação de seleções de base que renderiam atletas para a Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016, e a efetivação da Escola Nacional de Técnicos, que deverá promover o intercâmbio de conhecimento entre treinadores.

Sobre a Spring Editora

A Spring Editora, sob direção de José Roberto Maluf, é responsável pela versão nacional da ROLLING STONE, conhecida internacionalmente, além das revistas AMÉRICAECONOMIA, ESPN, AERO MAGAZINE, DOCOL, OAS, DAY BY DAY, VOETRIP e REVISTA DA INDÚSTRIA – FIESP. Desde 2008, representa a Mídia de Bordo TRIP, que desenvolve conteúdo e ações de marketing personalizados e segmentados para o público da TRIP Linhas Aéreas, a maior companhia regional da América do Sul.

Mais informações

Rodrigo Figliola – rodrigo@linhaselaudas.com.br

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Tel: (11) 3465-5888

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12 pensamentos sobre “Como anda o handebol brasileiro?

  1. Exmos. Administradores deste blogue,

    acabei de ver esta mensagem, que me suscitou o seguinte comentário.

    Não conheço o andebol (sim, pois o acordo ortográfico é para cumprir por todos os países da CPLP, e não só por alguns, e esse “h” que vocês empregam tem de cair, pois vocês não o dizem quando o lêem) brasileiro por dentro, só pelas prestações das vossas selecções nacionais séniores nos campeonatos do mundo.

    Fiquei extremamente desiludido com a prestação da vossa selecção no último mundial de andebol feminino que acabou de se realizar na China, pois, apesar de terem calhado no grupo da morte, e de terem tido pelo menos 3 atletas que não puderam ser convocadas por serem atletas do Hypö, isso não desculpa a fraca prestação. Ninguém tem mais atletas espalhadas pelos principais clubes europeus e ligas europeias que o Brasil. Mesmo o problema do Hypö não tinha de ser problema, pois a melhor jogadora daquele clube é a coreana Ho Seong Ok, e vejam lá se a Coreia ressentiu-se da falta dela.

    Para mim, o Brasil, com a quantidade de atletas que tem a jogar nos principais clubes europeus, era uma grande candidata, à partida, a ir às meias finais. No entanto, ao ver os jogos, só Amorim, que actualmente joga nas húngaras do Györ, é que rendeu o que se esperava dela.

    • Olá Jorge, tudo bem? Muito obrigado pelo contato e pelo comentário!
      Aqui no Brasil, o Handebol carece de apoio em sua democratização (fora do chamado handebol escolar) de prática e divulgação em mídia.
      Sim, temos muitas atletas jogando em equipes européias, mas isso não significa que a soma das partes formação um todo forte.
      Outro detalhe é que apenas algumas dessas jogadoras são destaques em suas equipes, ou seja, mesmo jogando na europa, ainda não integram a elite do handebol europeu.
      Mas, considero que o trabalho da seleção nacional feminina está em fase de transição de filosofia. Creio que teremos que dar tempo para ver se os resultados aparecerão. No entanto, concordo: o Brasil tem condições de ser mais competitivo em cenário internacional e é isso q esperamos que aconteça.
      Por enquanto, pessoas como eu, vem fazendo seu trabalho na iniciação e especialização ainda com alguma carência de estrutura, de capital e de divulgação aqui no Brasil, mas mesmo assim, estamos conseguindo, como mesmo você disse, colocar muita atletas na europa (local no qual o handebol é o mais competitivo do mundo).
      Abraços,
      OBS.: Se o h de handebol tem q ser retirado pelo fato de não ser pronunciado, então no Brasil ele não será retirado, pois aqui andebol é falando sonoramente Randebol (H com som de R), logo, não estamos ignorando o acordo ortográfico :)

  2. Obrigado pela resposta.

    Parece-me que você é da minha opinião, que não houve ali treinador para fazer daquele conjunto de jogadoras uma equipa.

    Quem, na preparação deste mundial, vai à Noruega ganhar às campeãs olímpicas em título, não pode chegar ao mesmo mundial e ficar todo contente por ficar na 1ª fase.

    Será que ficaram todas contentes com a vitória perante a França, de tal maneira que pensavam que o resto eram “favas contadas”?

    Outra coisa, quando é que o Brasil começa a aparecer com equipas competitivas nos mundiais de escalões de formação?

  3. Olá Lucas!!!
    Apesar estar atrasado quanto ao “post” feito e que gerou um debate entre você e o Sr. Jorge Almeida, gostaria de comentar e deixar minha impressão quanto ao Handebol brasileiro.
    Quando o Sr. Jorge diz que a seleção brasileira não teve o resultado esperado no Mundial da China, concordo com a afirmação, já que a justificativa seria que o Brasil tem nos clubes europeus várias jogadoras atuando. No entanto, uma dificuldade é te-las treinando juntas por um período maior. De fato, a equipe brasileira tem, teoricamente, muito potencial para estar entre as melhores do Mundo, mas isso não se confirmou nas duas últimas competições internacionais (jogos olímpicos e campeonato mundial). Contra fatos não há argumentos…
    Quanto a afirmação de que a seleção brasileira ficou contente em vencer a França e considerar que os outros jogos seriam fáceis, acho muito difícil que tenha acontecido. Porém, temos que considerar que vitórias sobre equipes européias ainda não é uma coisa normal e, pode sim, influenciar o rendimento da equipe numa competição de alto nível. Isso é inerente ao esporte.
    Como disse o Lucas, estamos fazendo nossa parte e as transformações, infelizmente, são muito lentas. E não há trabalho de iniciação que vença a estrutura política do Handebol brasileiro. Talvez ai esteja a resposta para a não concretização das expectativas para nossas seleções nacionais…
    Que 2010 seja de muitas realizações para todos!!!
    Grande abraço,
    Alexandre Almeida

    • Fala Alexandre, td bem? Bom vê-lo interagir no site! Como você mesmo disse, contra fatos não há argumentos. Realmente a expectativa é grande (há algum tempo) com nosso handebol feminino, mas não vem ocorrendo a concretização dessa expectativa. Considero que podemos ser extremamente competitivos tb… mas todo o por trás do handebol esta complicando muito as coisas. Pode comprar a revista da ESPN e o que mais me surpreendeu foi o fato de alguns jogadores disputarem a Liga Nacional por menos de R$ 200,00 de salário… é um absurdo! Depois, alguns dias se passam e recebo a informação de que o projeto adulto masculino de São Caetano está fechando suas portas. É…a realidade de nosso handebol não é das melhores, mas vamos fazendo nossa parte buscando o melhor dentro de nossas possibilidades. Abraços…

  4. Olá Prof.Lucas

    Acompanho seu trabalho nesse site e no anterior e percebo seu empenho e mostrar com qualidade as informações pertinentes esse esporte, com relação ao post.
    acredito eu q tanto vc qto o colega Alexandre deixaram bem clara a situação do handebol brasileiro q já vem de um longo período de dificuldades e haja dificuldade para fazer desse esporte de tantos corajosos entre tantos ânonimos por muita das vezes q tem em seu desafio ajudar da melhor maneira e mostrar as reais possibildades q essa modalídade pode gerar tanto na escola qto a nível competitivo..Os resultados vão aparecer de acordo com a seriedade q é dada a modalídade, do contrário sempre ficará aquela pergunta. Ainda não foi dessa vez.

    Abç

  5. Como ser grande se não cuidamos quando pequenos?
    Copa Petrobras 2009? O que dizer? Esta na hora de começar outra edição de 2010 e nada? Como um patrocinador de uma equipe vai investir se não termina o evento? As crianças desmotivadas. Professores sem respostas,explicações…..não ..não…

    • Olá Mauro, concordo com você, eu jogo no América/Santa Monica e tenho 14 anos. Ano passado teve a Copa Petrobrás 2009 e foi uma grande forma de mostrar um pouco mais sobre o Handebol e em 2010 não teve porque a Petrobrás deixou de patrocinar o Handebol brasileiro e isso conta ponto negativo ao Brasil.

  6. Como ser grande se não cuidamos dos pequenos?
    Copa Petrobras 2009? Esta na hora de iniciar a edição 2010(se tiver) e não terminamos a de 2009. Não sei mais o que dizer para as crianças que estão esperando essa fase final. Até hoje sem resposta….se vai ter…cancelou…faltou planejamento….

  7. Carah eu preciso saber quando o handebol foi
    introduzidoo no Rio de Janeiiro ‘ .
    Se voocê qê esta lendoo agoraa sabee a respostaa ‘
    respondaa por favor é um trabalho escolar ‘
    precisaa ser entregue o mais rapido posivel ‘
    me ajudem por favor ”
    estou desesperada pois naum acho em lugar algum ‘
    nem msm no google ( wikipédia )
    e nenhum sinaal ‘
    Valew ‘
    Me ajudem por favoor ‘

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